9ºs Anos: Seguem abaixo algumas fotografias de época, somente para que se tenha uma ligeira idéia da dimensão da Operação Overlord - O desembarque na Normandia (Dia D).

 

Um dos tanques falsos, na Inglaterra, antes da invasão, com o objetivo de enganar os alemães.

 

Soldados americanos nas barcaças de desembarque rumo à costa normanda

 

A barcaça vazia - com certeza, após várias horas do início do desembarque

 

Um dos milhares de soldados americanos mortos - note a enorme quantidade de barricadas que os alemães instalaram na praia

 

Uma visão geral da enorme quantidade de soldados e de material bélico empregado no Dia D

 

Um dos maiores desafios de uma das tropas de elite americanas, os Rangers, foi escalar esta escarpa (Point du Hoc) sob fogo alemão - muitos perderam a vida

 

Os "bunkers" alemães e seus mortos

 

Abaixo, o resultado final...

 

9ºs Anos: Complementando as explicações da aula de hoje, 09/05, seguem abaixo 2 artigos sobre o atentado contra Hitler.

 

 Deutsche Welle

Calendário Histórico

1944: Atentado de Stauffenberg contra Hitler

A sala de conferências de Hitler, após a explosão
 

Em 20 de julho de 1944, o conde Claus Schenk von Stauffenberg perpetrou um atentado contra Hitler, em nome do movimento de resistência, do qual faziam parte vários oficiais. Hitler saiu apenas levemente ferido da explosão de uma bomba em seu quartel-general na Prússia Oriental. A represália não se fez esperar: mais de quatro mil pessoas, membros e simpatizantes da resistência, foram executadas nos meses seguintes.

 

O conde Claus Philip Maria Schenk von Stauffenberg é um dos principais personagens da conspiração que culminou com o fracassado atentado contra Hilter em 20 de julho de 1944. Nascido na Suábia a 15 de novembro de 1907, Stauffenberg foi um patriota alemão conservador, que a princípio simpatizou com os aspectos nacionalistas e militaristas do regime nazista.

Mas desde cedo começou a questionar não só o genocídio contra judeus, poloneses, russos e outros grupos da população estigmatizados pelo regime de Hitler, como também a forma, na sua opinião "inadequada", do comando militar alemão. Mesmo assim, como muitos outros militares, preferiu no começo manter-se fiel ao regime.

Em 1942, junto com seu irmão Berthold e outros membros da resistência, ele ajudou a elaborar uma declaração de governo pós-derrubada de Hitler. Os conspiradores defendiam a volta das liberdades e direitos previstos na Constituição de 1933,  mas rejeitavam o restabelecimento da democracia parlamentar.

Ferimentos na Áfica

Em março de 1942, Stauffenberg havia sido promovido a oficial do Estado Maior da 10ª Divisão de Tanques, com a incumbência de proteger as tropas do general Erwin Rommel, após o desembarque dos Aliados no norte da África. Num ataque aéreo em 7 de abril de 1943, Stauffenberg perdeu um olho, a mão direita e dois dedos da mão esquerda.

Após recuperar-se dos ferimentos, aliou-se ao general Friedrich Olbricht, Alfred Mertz von Quinheim e Henning von Treskow na conspiração que passaram a chamar de Operação Valquíria. Oficialmente, a operação pretendia combater inquietações internas, mas na realidade preparava tudo para o período posterior ao planejado golpe de Estado.

Os planos do atentado que mataria Hitler foram elaborados com a participação de Carl-Friedrich Goerdeler e de Ludwig Beck. Os conspiradores mantinham, além disso, contatos com a resistência civil. Os planos visavam a eliminação de Hitler e seus sucessores potenciais – Hermann Göring e Heinrich Himmler. A primeira tentativa de atentado em Rastenburg (hoje Polônia), no dia 15 de julho, fracassou.

Explosão com saldo de quatro mortos

Na manhã de 20 de julho de 1944, Stauffenberg voou até o quartel-general do Führer "Wolfsschanze", na Prússia Oriental. Com seu ajudante Werner von Haeften, ele conseguiu ativar apenas um dos dois explosivos previstos para detonar. Mais tarde, usou uma desculpa para entrar na sala de conferências, onde depositou a bolsa com explosivos ao lado do Führer. Incomodado pela bolsa, Hitler a colocou mais longe de si. A explosão, às 12h42, matou quatro das 24 pessoas na sala. Hitler sobreviveu.

Na capital alemã, os conspiradores comunicaram por telefone, por volta das 15 horas, convencidos do êxito da missão: "Hitler morreu!" Duas horas mais tarde, a notícia foi desmentida. Na mesma noite, Stauffenberg, Von Haeften, Von Quirnheim e Friedrich Olbricht  foram executados. No dia 21 de julho, os mortos foram enterrados em seus uniformes e condecorações militares. Mais tarde, Himmler mandou desenterrá-los e ordenou sua cremação. As cinzas foram espalhadas pelos campos. 

 

 

Sexta-feira, 09/05/2008

Alemanha

Morre último sobrevivente de atentado contra Hitler

Philipp von Boeselager morreu aos 90 anos. A "Operação Walkiria" foi concebida por oficiais das Forças Armadas alemãs, em 1944

02/05/2008 | 16:12 | G1/Globo.com

O major Philipp von Boeselager, último sobrevivente do núcleo duro dos conjurados do falido atentado de oficiais do Exército alemão contra Adolf Hitler, em 20 de julho de 1944, morreu nesta sexta-feira (2), aos 90 anos. De acordo com a agência de notícias France Presse, assim como seu irmão Georg von Boeselager, Philipp ajudou no atentado, em que participaram cerca de 200 pessoas.

A “Operação Walkiria” foi concebida por oficiais da Wehrmacht, as Forças Armadas alemãs do III Reich, que queriam eliminar Hitler. O plano era de que Claus Schenk von Stauffenberg colocasse uma bomba no local onde Hitler daria uma conferência em seu quartel general da Prússia Oriental (atual Polônia), enquanto outros generais deveriam aproveitar a confusão para dar um golpe em Berlim. Mas Hitler sobreviveu à explosão.

Segundo a France Presse, desde o final da guerra, o oficial levava consigo uma dose de veneno para tomar no caso de ser preso - o que nunca ocorreu, ao contrário da maioria dos outros conjurados, que foram executados ou se suicidaram.

7º Ano: Como havíamos comentado no início

do ano, quando abordamos o Renascimento,

Galileu terá, enfim, seu devido talento científico

reconhecido pela Igreja Católica.

 

 

Notícias

 Revista História Viva

     

09 de maio de 2008

Galileu, ex-herege, ganha estátua no Vaticano por Graziella Beting
Nunca é tarde. Depois de escapar por pouco da fogueira da Inquisição por ter defendido a tese de que a Terra girava em torno do Sol, o astrônomo italiano Galileu Galilei (1564-1642) será, enfim, abençoado pela Igreja Católica, com uma estátua em sua homenagem nos jardins do Vaticano em 2009.

Galileu, que foi forçado a negar a tese heliocêntrica diante do tribunal do Santo Ofício, teve seu processo revisto 350 anos depois de sua morte, em 1992, quando a Igreja admitiu seu erro e absolveu o astrônomo. A inauguração da estátua de Galileu, em tamanho natural, no Vaticano, coincidirá com o Ano Internacional da Astronomia, proclamado pelas Nações Unidas, para comemorar os 400 anos da primeira utilização do telescópio para observar os astros, por Galileu, no verão de 1609. A peça, aliás, pode ser vista na exposição O telescópio de Galileu, instrumento que mudou o mundo, em cartaz no Museu da História da Ciência, em Florença, até o fim do ano.
Graziella Beting é jornalista e tradutora

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